Elaboração e acompanhamento de projetos para TE e FIV
O Cenatte elabora um diagnóstico da situação encontrada e sugere um projeto para cada cliente, objetivando o melhor para sua propriedade e ou empresa. Sempre levando em consideração, a localização, o tipo de gado criado, o volume a ser realizado, o mercado a ser atingido, dentre outros fatores. Mediante o levantamento e estudo dos dados acima, elaboramos e acompanhamos o projeto, dando todo o acompanhamento técnico; com escolha de equipamentos, treinamento de mão-de-obra local, seleção de doadoras e receptoras, manejo sanitário e nutricional, enfim realizamos todas as etapas necessárias ao desenvolvimento do mesmo:

• escolha de doadoras e receptoras;
• superovulação, coleta, transferência ou congelamento;
• aspiração folicular;
• produção de embriões;
• transferência;
• sexagem fetal;
• outras técnicas adequadas ao projeto, como banco genético, clonagem e etc.
• controle sanitário e reprodutivo
• emissão de relatórios gerenciais que possibilitam uma visão global do projeto, assim como um controle individual por doadoras.
Consultoria em programas de TE e FIV
Nesta modalidade o cliente já tem o seu projeto em andamento. O Cenatte faz o diagnóstico da situação encontrada e embasado em um Know-How de mais de 23 anos, com larga experiência em projetos nas mais variadas regiões do Brasil e também do exterior . Apresenta as sugestões para melhoria dos processos já instalados e às vezes até com a introdução de outros processos inovadores.
Superovulação, coleta, congelamento, transferência e descongelamento de embriões
Este processo é muito utilizado quando vamos exportar embriões. Neste caso, podemos congelar os embriões grau I, que poderão ser exportados e transferimos os embriões não congeláveis. Também recebemos embriões importados para serem transferidos em receptoras de nossos parceiros, sempre objetivando um melhor resultado, pois sobre estas receptoras temos total controle sanitário e nutricional.
Sexagem por ultra-sonografia
O Período ideal para a sexagem está entre o 55º ao 70º dia de gestação. É uma técnica interpretativa, por isso, existe uma pequena margem de erro, que é de aproximadamente 1 % (um por cento).
FIV (fertilização in vitro)
Fertilização in vitro (FIV) é uma biotecnologia onde todos os processos: maturação folicular, fertilização e desenvolvimento embrionário são obtidos em laboratório, fora do útero animal, ao contrário da clássica Transferência de Embriões.
A aspiração pode ser feita em animais de diferentes idades: pré-púberes, púberes, adultos e senis; e em condições reprodutivas diversas, tais como: animais com problemas reprodutivos, doadoras que não respondem aos processos Hormonais de superovulação, animais gestantes, fêmeas recém – paridas e etc.
Posteriormente à aspiração, os oócitos, são maturados, processo este que se chama Maturação in vitro (MIV). Os oócitos maturados são fertilizados (FIV) e depois cultivados por 7 dias em ambiente controlado de temperatura, umidade e quantidade de CO2.
É possível obter um grande avanço genético quando se utiliza esta técnica, através da coleta em animais pré-púberes , pela diminuição do intervalo entre gerações.
De uma mesma doadora poderão ser coletados em média 16 oócitos viáveis, que podem produzir 6 embriões, resultando em 3 prenhezes por aspiração.
Esta técnica permite que os trabalhos sejam realizados sem retirar a doadora da fazenda onde ela reside.
A FIV dispensa o uso de hormônios superovulativos, permitindo assim uma maior vida útil à doadora.
Essa técnica permite o uso do sêmen sexado com bons resultados. É também a técnica que permite um melhor aproveitamento do sêmen, pois com uma única dose podemos fertilizar oócitos de varias doadoras.
Congelamento de embriões de fertilização in vitro - FIV
O Cenatte Embriões juntamente com apoio da FAPEMIG e Universidades, vem desde 2005, desenvolvendo pesquisa na área de crio-preservação de embriões produzidos in vitro. Sabe-se que os embriões produzidos in vitro são mais sensíveis aos processos de crio-preservação e, além disto, o mercado necessitava de uma técnica que permitisse uma facilidade de descongelamento (transferência direta dos embriões após descongelamento rápido) e que obedecesse aos rígidos critérios internacionais para importação de embriões conforme preconiza a IETS (Sociedade Internacional de Transferência de Embriões - Internatinoal Embryo Transfer Society). Finalmente, após intensos esforços da Empresa junto ao seu Departamento de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, nestes três anos, estamos lançando a técnica de congelamento de embriões de FIV, tanto para raças taurinas como zebuínas. Isso permitirá aos nossos clientes congelar embriões de FIV para comercialização interna ou externa, que associado à técnica de sêmen sexado, possibilitará agregar maior valor ao produto. Resolve-se também um grande problema de diminuição de descarte de embriões, quando o número de receptoras disponíveis para transferência é menor que o número de embriões transferíveis. Neste caso, congelamos uma parte dos embriões (embriões aptos ao congelamento) e transferimos os outros. Ficaremos contentes e a disposição para esclarecimentos dos detalhes da técnica e seus índices de produtividade, fale conosco.
Embrião sexado, a fresco ou congelado.
Temos a disposição embriões de todas as raças, com destaque especial para embriões sexados de fêmeas das raças leiteiras: Gir Leiteiro – Guzerá Leiteiro – Girolanda (½ sangue – Gir leiteiro x Holandês e ¾ Holandês x ¼ Gir leiteiro).
Cultivo, congelamento e armazenamento de células (banco genético)
O cultivo celular é a replicação “in vitro” das células retiradas do animal, com o objetivo de guardar material genético de um animal excepcional, para fazer a clonagem ou armazenar este material como se fosse um banco genético para no futuro se for o caso, clonar este animal.
Clonagem
São cópias idênticas ou clones, de indivíduos que podem ser produzidos graças à evolução da tecnologia de transferência nuclear ou reconstrução embrionária. Gêmeos univitelinos são clones perfeitos produzidos pela própria natureza. A bissecção de embriões e a desagregação de blastômeros são exemplos da produção de indivíduos geneticamente idênticos de modo artificial. Os oócitos contêm as condições necessárias para que núcleos provenientes de células embrionárias, fetais ou, até mesmo, de animais adultos possam reiniciar o desenvolvimento embrionário no estádio de zigoto e dar origem a indivíduos normais, possibilitando assim a produção de cópias do mesmo animal.
O método mais utilizado para transferir um núcleo para dentro do citoplasma do oócito enucleado (receptor), continua sendo a fusão das membranas plasmáticas da célula doadora com o oócito receptor. A eletrofusão é preferencialmente usada na maioria das espécies.
Os resultados recentes, obtidos com o transplante de núcleos provenientes de células retiradas de animais adultos, sugerem que um número ilimitado de cópias de animais de interesse comercial ou científico pode ser obtido.
Entretanto, muitas dúvidas ainda necessitam ser esclarecidas, não só para desvendar os mecanismos necessários para tornar a tecnologia mais eficiente, mas também, determinar os possíveis efeitos sobre os animais gerados. Pesquisas para esclarecer altas taxas de mortalidade embrionária, fetal e peri-natal , bem como para as causas da alta incidência de anomalias e a baixa viabilidade dos animais clonados, deverão ser realizadas.
Perdas embrionárias de prenhezes de clones estão associadas a um desenvolvimento anormal da placenta, possivelmente devido ao crescimento inapropriado da membrana alantóide em decorrência da falta de vascularização nos estádios iniciais de desenvolvimento.

Perdas fetais em estádios avançados são conseqüências da disfunção placentária que leva a formação de hidroalantóide e o aparecimento de placentomas maiores e em menor quantidade, aumento na espessura do cordão umbilical e membranas placentárias edematosas.
Apesar da técnica de clonagem ter perdas significativas, ela nos possibilita manter animais excepcionais (através de seus clones) por muitas e muitas gerações.
Central de doadoras e receptoras
O Cenatte disponibiliza central de doadoras em Pedro Leopoldo – MG, Uberaba – MG e Maringá – PR, onde temos um acompanhamento individualizado de cada doadora por técnicos altamente competentes nas áreas de: sanidade, reprodução e nutrição. Cada doadora após rigoroso exame é encaminhada para o manejo adequado às suas necessidades.
Quanto às receptoras, temos vários parceiros com centrais que alojam grande número de receptoras, todas elas exclusivas do Cenatte, onde todo o controle sanitário, reprodutivo e nutricional fica sob nossa responsabilidade.
Franquia de Know-How, Tecnologia e Marca
O Cenatte está investindo muito nesta modalidade, pois achamos que é a melhor maneira para expandirmos tanto no mercado interno como no externo. O sistema de franquia oferecido pelo Cenatte abrange todas as áreas do processo, desde a planta do laboratório, escolha de equipamentos, treinamento de toda mão-de-obra necessária, logística, acompanhamento de todos os processos, com as devidas inovações. Enfim, colocamos a disposição do nosso franqueado, toda nossa qualidade, através da tecnologia e Know-How desenvolvidos desde 1985, assim como o direito de usar a Marca Cenatte Embriões.
Congelamento de embriões para exportação
O Cenatte Embriões é credenciado pelo MAPA, através do laboratório e sua central de doadoras em Pedro Leopoldo, podendo produzir embriões para exportação. Somos autorizados a exportar para diversos países, incluindo Canadá e Panamá que possuem um elevado status sanitário.
A larga experiência nesta tecnologia garante aos clientes resultados com excelentes índices. Grandes projetos de congelamento e descongelamento já foram conduzidos pelo Cenatte Embriões, no Brasil e no exterior.
Países que temos protocolos sanitários aprovados para os quais podemos exportar Argentina –Austrália –Bolívia – Canadá – Colômbia – Egito – Moçambique – Panamá - Paraguai – Tailândia – Uruguai - Venezuela
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